No império do Faraó, o povo decidiu reivindicar almas para todos. Para resolver este problema a corte tenta encontrar uma solução, numa sequência cómica onde conselheiros, sacerdotisas, generais e milionários procuram devolver o descanso aos ouvidos do monarca. Partindo do conceito de jogo - base da acção teatral, do faz-de-conta - o TAP apresenta esta peça de Silveira Sampaio, dramaturgo brasileiro, mestre no humor, simultaneamente directo e inteligente… Para jogar, mesmo como espectador, apenas é preciso ter os sentidos bem alertas e assim descobrir o porquê de só o faraó ter alma.
FICHA TÉCNICA-TEXTO: Silveira Sampaio
ENCENAÇÃO: Filipe Eusébio
ELENCO: Catarina Ribeiro, Humberto Pinto, Inês Falcão, Joana Ferreira, Joana Eduarda Mendes, João Alegrete, Luís Catarro e Rita Leitão
CENOGRAFIA : José Silva
OPERAÇÃO DE LUZ: Bruno Cardoso
IMAGEM E GRAFISMO: Rapaz Improvisado
ADEREÇOS E FIGURINOS : Elsa Silva, José Silva e Sónia Santos
PRODUÇÃO: Teatro Amador de Pombal
Neste espectáculo, entramos num universo onde trocar o Pai é tão fácil como trocar um cromo repetido. O ritmo dos dias que correm faz com que alguns aspectos da nossa vida sejam deixados de parte…Numa história que evidencia a banalidade das trocas que realizamos diariamente, o problema surge quando somos obrigados a desfazer as trocas… Aí, duas irmãs vêem-se obrigadas a partir juntas numa missão de resgate que parece ter o desfecho ao virar de cada esquina…
FICHA TÉCNICA:TEXTO: Adaptação de uma obra de Neil Gaiman
ENCENAÇÃO: Humberto Pinto e Rita Leitão
ELENCO: Carolina Jesus , Karina Guergous, Leonardo Pereira e Teresa Raimundo
CENOGRAFIA : Teatro Amador de Pombal
ADEREÇOS E FIGURINOS: Elsa Silva, José Silva e Sónia Santos
PRODUÇÃO: Catarina Ribeiro e Elsa Silva
FOTOGRAFIA E DESIGN GRÁFICO: Rapaz Improvisado
DESENHO E OPERAÇÃO DE LUZ: João Alegrete
MÚSICA E SONOPLASTIA : Improvised Acoustic Boy
"Músculos" - Dia 12 de Novembro de 2010
Músculos é um espectáculo sobre a vida em ruptura e sobre o limite. Uma mulher que parece estar talhada para o fracasso absoluto. Uma mulher com uma incapacidade de resolução que faz um percurso pelos pontos mais marcantes de tudo o que viveu. É um espectáculo que assenta, acima de tudo, no trabalho do actor e na forma como conta uma história, sobre como tornar essa história universal. Porque as rupturas e os limites são coisas que pertencem a todos. E num mundo que diz que caminha para a perfeição de todos os sistemas... como será possível que a violência e a pornografia da vida se tornem cada vez mais banais. Qual o papel do teatro? Que questões se deverão colocar num palco?
PRODUÇÃO: Pedro Fiuza
Marcado por uma forte componente física e musical, como forma de expressar as situações cómicas vivenciadas pela Rosa, nele se inclui géneros musicais desde o fado ao tango, com som directo... Enfim, Rosa: Uma Mulher Comum, a quem a vida, com Banda Sonora, se transformou numa decadente viagem épica … cantada e contada no feminino, num concerto clandestino por quatro mulheres, um saxofone e a voz de uma diva.

















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